quinta-feira, 11 de agosto de 2011

A Importância do Vídeo na Loja Virtual


Os vídeos nas páginas de detalhes de produtos são uma maneira bastante eficiente de atrair mais clientes e fechar vendas em uma loja virtual. É uma ótima ideia para consolidar ainda mais a sua linha de produtos. Por isso, sempre recomendo o uso de vídeos para quem deseja ter um e-commerce de impacto e alta taxa de conversão.
É fato que as pessoas preferem muito mais “ver” do que “ler” e por isso a comunicação através de vídeos é muito mais eficiente em qualquer ambiente, seja ele físico ou virtual. Além do fato dos vídeos em uma loja virtual facilitarem a compreensão do produto, eles também ajudam o trabalho de otimização para ferramentas de busca – SEO, já que vídeos de boa qualidade e bem otimizados indexam muito bem no Google quando colocados no YouTube. De quebra você ainda faz um marketing nas mídias sociais.
Algumas dicas para vídeos no comércio eletrônico: Usar um vídeo na página de descrição de produtos pode aumentar a conversão em até 30% como apontam algumas pesquisas, mas isso não acontece do nada. Algumas precauções devem ser tomadas. São pequenas regras que ao serem seguidas vão garantir um vídeo de produto com um elevado potencial de aumento nas vendas no seu comércio eletrônico.
Considere o público alvo da sua loja virtual: Produza vídeos em um formato e linguagem que se identifique com o seu publico consumidor. Se você quer convencer alguém, deve falar a mesma língua que essa pessoa. Crie um ambiente e envolvimento visual que se identifique diretamente com o seu consumidor em potencial.
Seja positivo em seus vídeos: Pessoas compram satisfação. Por isso, produza “vídeos alto astral” onde o consumidor se sinta estimulado a comprar o produto em sua loja virtual. Narrações enfadonhas e desanimadas não funcionam como argumento de venda. Também se deve tomar cuidado para não exagerar no entusiasmo, para não ficar parecendo aqueles infomerciais que aparecem na TV a cabo. Ser realista quanto as qualidades do produto e positivo na apresentação é o melhor caminho.
O vídeo não substitui o texto em um e-commerce: O vídeo não substitui a descrição do produto em um texto. Embora muitas pessoas prefiram assistir a um vídeo, há um outro grupo de compradores que preferem ler sobre um produto primeiramente ou estão em um local que não é propício para aumentar o volume. Assim, o vídeo deve sempre acompanhar um texto descritivo servido como complementação da descrição na loja virtual.
Não crie vídeos muito longos: Não produza vídeos com mais de um minuto de duração. Esse é o tempo médio de retenção do YouTube. O processo decisório da compra em uma loja virtual é muito rápido, portanto, mais do que isso pode até mesmo aumentar a taxa de rejeição da loja. Se você achar que é realmente importante ter mais do que esse tempo para demonstrar o produto, divida o vídeo em partes.
Produza vídeos de qualidade: Tenha cuidado na produção. Assim como as fotos de produtos em uma loja virtual devem ser da melhor qualidade possível, os vídeos também. Um vídeo mal produzido ou com baixa qualidade de imagem, pode gerar desconfiança no consumidor.
Não exagere nos efeitos: Você está produzindo um vídeo de demonstração e não um filme para competir com o Spielberg. Não exagere nos efeitos, filtros e transições. Os pacotes de edição de vídeo oferecem uma infinidade de efeitos especiais, mas tenha em mente que você está apenas apresentando um produto em sua loja virtual, portanto, no critério efeitos especiais, neste caso, menos é mais.
Não mencione o preço no vídeo do produto: O vídeo não é o lugar ideal para informar o preço em uma loja virtual. Deixe essa parte da informação para o texto. Além do mais, no caso de você ter que alterar o preço, não precisará editar o vídeo ou regravá-lo.
Jogue o vídeo no YouTube: Não deixe o vídeos hospedado em seu provedor, jogue ele no YouTube. Além da economia na banda de transmissão do seu plano de hospedagem, você estará criando material para seu marketing nas mídias sociais. Considere a hipótese de criar uma Canal para sua loja no YouTube.
Os internautas procuram cada vez mais informações sobre os produtos que compram em lojas virtuais e por isso cabe a você fornecer, da melhor forma possível essas informações. Em nosso curso sobre criação de lojas virtuais sempre digo que o e-commerce mudou de patamar. As questões técnicas referentes a TI já não são mais obstáculo. A disputa agora está na capacidade de comunicação e convencimento e o uso de vídeos nas páginas de detalhes de produtos é certamente uma das armas mais eficientes.
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Sobre Alberto Valle: Alberto Valle e consultor e instrutor da equipe do Curso de E-Commerce (www.cursodeecommerce.com.br), empresa carioca que oferece consultoria e treinamento nas áreas do comércio eletrônico e marketing digital. É articulista em canais como Blog do Curso de E-Commerce e Blog do E-Commerce. Ver mais artigos deste autor.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

O Analista de Mídias Sociais. Quem é esse profissional?


O Analista de Mídias Sociais. Quem é esse profissional?

O que faz o analista de mídias sociaisanalista de mídias sociais é uma das profissões de maior crescimento no mercado do marketing digital, mas afinal de contas, o que faz esse profissional e quais são suas capacitações?
Algumas profissões exigem que você tenha um treinamento específico para a sua prática. Muitas dessas profissões são muito claras quanto à pratica de seus profissionais. Todos sabemos o que faz um médico, um químico, um advogado ou um piloto de avião. A área de tecnologia já criou e enterrou muitas profissões. Em informática, por exemplo, existiam perfuradores de cartões, pessoas que digitavam programas ou dados em máquinas especiais que geravam cartões com perfurações que eram lidos pelos antigos computadores.
A microinformática iniciou uma aglutinação dessas profissões. O próprio programador digitava e operava seu computador. A facilidade de acesso ao equipamento fez com que muitos programadores passasem a desenhar seus sistemas. Cada vez mais requisitos eram necessários para se trabalhar na área de sistemas. O trabalho com as mídias sociais pode gerar a falsa ideia de que é uma transição das mídias convencionais para a internet, isso do ponto de vista de marketing e comunicação.
Embora exista essa movimentação, os profissionais que estão trabalhando com as mídias sociais precisam ter muito mais conhecimento do que simplesmente estar nas redes sociais. As mídias sociais, por sua vez, trazem para o mercado um novo profissional cujos conhecimentos são advindos de prática, experimentação, e da somatória de conhecimentos advindos de outras áreas. E um profissional de mídias sociais acima de tudo é multimídia, não basta apenas tuitar!

O que faz um analista de mídias sociais

Hoje vemos muitas pessoas se intitulando analistas de redes sociais ou analista de mídias sociais, mas afinal o que eles fazem? De onde eles vêm? Quais são suas atribuições? Qual é a formação de um analista de mídias sociais, o que os gabarita ao título que proclamam?
Analista de Redes Sociais ou Analista de Mídias Sociais tem a formação superior em Jornalismo,  Publicidade ou Relações Públicas. É necessário conhecimento em: Jornalismo/Blog (boa escrita e clareza de comunicação); conectado com o mundo das redes sociais, saber usar aplicativos do Facebook. Tem que ser antenado com as notícias gerais para poder captar oportunidades para disseminar conteúdo. Elaborar textos para as redes sociais, disseminar o conteúdo em comunidades e blogs relevantes, interagir com participantes nos diferentes pontos de contato, manter contato com os principais multiplicadores em redes sociais (líderes em comunidades e blogueiros), identificar conteúdo gerado por outras pessoas que possam ser utilizados para disseminar em seus pontos de contatos, acompanhar a presença nas redes sociais (quantitativa e qualitativa), identificar crescimento da presença on-line, gerar relatórios de desempenho de campanha e garantir o fluxo de informações entre agência, cliente e redes sociais.
Analisando os requerimentos e atribuições dos profissionais de mídias sociais podemos detectar algumas características que podem ser a espinha dorsal desse profissional. Ter domínio do inglês, redes sociais e ter um nível superior são requisitos essenciais. O profissional de mídias sociais tem que ser generalista, mas também especialista. Terá que analisar as conversas, tabular as informações e fazer a interpretação correta das conversações para transformá-las em ações reativas ou proativas. Os melhores profissionais serão aqueles que somam habilidades de relações públicas, analista de mercado e que têm uma visão de marketing.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Twitter Corporativo_Orientações e tendência.

O Twitter é uma ferramenta de relacionamento diferente de outros canais
corporativos já consolidados, como serviço de atendimento ao cliente, website cou ouvidoria. Portanto, antes de criar o perfil da sua marca no Twitter, reflita:
  • O meu público é usuário do Twitter?
  • Que resultado eu espero ao utilizar a ferramenta?
  • Eu tenho estrutura interna ou externa para desenvolver um diá logo?
  • A equipe terá autonomia para dialogar com agilidade?
Se, após uma avaliação criteriosa, a decisão mais indicada for o uso do Twitter Corporativo, deve-se atentar para as seguintes recomendações:
  • Faça monitoramento: acompanhar tudo o que falam da sua marca e de seus concorrentes é fundamental;
  • Seja estratégico: o uso do Twitter deve ter objetivos bem definidos e associados aos demais canais de comunicação e relacionamento da companhia;
  • Comece aos poucos: é preciso entender o funcionamento da ferramenta antesde tentar emplacar um Trending Topic;
  • Para o bem e para o mal: é preciso manter o relacionamento nos momentos bons e nas crises;
  • Adote a rapidez: a velocidade é uma das características da ferramenta. O “twitteiro” corporativo deve ter autonomia para publicar mensagens;
  • Seja informativo: informação interessante atrai seguidores. Vale, por exemplo, novidades sobre a empresa e informações sobre o segmento em que ela atua;
  • Promova conversação: para construir relacionamentos, é preciso interagir, enviando e respondendo mensagens. Aproveite a oportunidade para ouvir o seu público;
  • Avalie resultado e faça adaptação: verifique se os objetivos foram alcançados e ajuste, se necessário, a estratégia de relacionamento no Twitter.
Duas novidades acenam com novas perspectivas de uso do Twitter: mensagens publicitárias eaplicativos de localização geográfica. A publicidade no serviço de micromensagens, por meio dos Promoted Tweets, está sendo utilizada, na primeira fase, pelas empresas Best Buy, Bravo, Red Bull, Sony Pictures, Starbucks e Virgin America. Os tweets publicitários serão identificados pelo selo “promoted by” (TWITTER, 2010).
O uso do serviço de micromensagens pelo celular, além de ampliar o número de potenciais usuários, possibilita o desenvolvimento de aplicativos de localização geográfica que sejam intermediários de encontros. Poderá haver ainda um direcionamento de anúncios de acordo com o lugar onde as pessoas estiverem.
O modo como os usuários se apropriarão dessas e de outras novidades doTwitter será preponderante para a renovação da ferramenta e o crescimento do número de perfis e tweets. Neste sentido, caberá às empresas monitorar e participar desse movimento, identificando as oportunidades de acordo com seu segmento e objetivos.
“Sua marca em 140 caracteres” (GLAUCIO SANTORO e MARCIO SANTORO)
Diálogo – Revista ESPM de Comunicação Corporativa | Novas Tendências na Comunicação com o Mercado. Vol. 1, No 1 (2011)

Five Lies About Social Media Marketing

http://www.entrepreneur.com/blog/220072

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Quem compartilha conteúdo na internet e por que compartilha?

Sabemos que mais de 750 milhões de pessoas usam ativamente Facebook e que no mínimo 200 milhões de tweets são enviados a cada dia. Mas o que exatamente motiva o frenesi de compartilhamento on-line?
Um novo estudo encomendado pelo The New York Times ajuda a responder a essa pergunta. O estudo, incluindo uma pesquisa online com 2.500 participantes, encontrou cinco motivações básicas que nos fazem compartilhar informações, e seis tipos de pessoas que fazem a partilha.
Brian Brett, diretor e gerente de pesquisa ao cliente do The New York Times, compartilhou os resultados do estudo em uma recente conferência de marketing.

As cinco principais motivações são:

1. Altruísmo: Nós queremos compartilhar conteúdo valioso e divertido para os outros. Pensamos sobre o que nossos amigos querem saber, e tentamos ajudá-los.
2.Auto-definição: Nós compartilhamos para que os outros nos conheça e nos defina. Talvez essa noção seja melhor formulada como, “você é o que você compartilha”. As pessoas conscientemente moldam o seu comportamento online com os tipos de coisas que elas compartilham.
3.Empatia: Nós compartilhamos para fortalecer e nutrir nossos relacionamentos. Partilhar algo mostra o que você está pensando e isso importa muito.
4.Conexão: Nós compartilhamos para obter crédito e feedback, queremos ser os melhores participantes, para se sentir valioso aos olhos dos outros.
5.Evangelismo: Nós compartilhamos para espalhar a palavra sobre uma causa ou marca que nós acreditamos.
O compartilhamento de conteúdo está sempre ligado aos relacionamentos. A partilha é dirigida por nossos desejos de formar e/ou manter relacionamentos com outras pessoas.

Os seis tipos de pessoas que compartilham:

1.Altruístas: Tendem a ser do sexo feminino, ajudam os outros a espalhar a palavra sobre boas causas. Motivados pelo altruísmo (claro), empatia, conectividade e evangelismo. Tendem a usar o e-mail e o Facebook.
2. Carreiristas: São profissionais com redes fortes, que gostam de compartilhar conteúdo sério, útil e construir uma reputação para o fazer. Motivados pela auto-definição e conectividade. Tendem a usar muito o e-mail e o LinkedIn.
3. Hipsters: Tendem a ser jovens e do sexo masculino. Eles gostam de iniciar conversas e mostrar quem eles são através da partilha. Motivados pela auto-definição, empatia e conexão. Tendem a usar o Twitter e o Facebook.
4. Bumerangues: Sempre vão esperar uma reação. Eles gostam de começar debates que geram muitos comentários, positivos ou negativos. Motivados basicamente pela conexão. Tendem a partilhar em muitas plataformas, incluindo Facebook, Twitter, e-mail e blogs.
5. Conectores: São em sua maioria do sexo feminino, e compartilham para ficarem perto dos seus amigos. Eles gostam de conteúdo que possa levar a experiências offline. Motivados pela empatia e conexão, tendem a compartilhar via e-mail e Facebook.
6. Seletivas: São geralmente mais velhos e tradicionais. Compartilham informações limitadas de valor específico para pessoas específicas. Motivados pelo Altruísmo e união. Tendem a compartilhar via e-mail.
É impressionante o modo como sempre conhecemos alguém que se encaixa nestas classificações e como nos classificamos também. Estamos tão inseridos no meio virtual que nos deparamos com todos os tipos de compartilhadores de conteúdo diariamente.

Aqui estão cinco implicações para qualquer site de notícias na esperança de aumentar a atividade de partilha:

Pensar nas relações de seus usuários. Criar conteúdos que possam ajudar alguém a fortalecer um relacionamento pessoal ou profissional.
Mantê-lo simples. Muitos de seus leitores estão compartilhando para obter uma resposta ou para mostrar como eles são espertos. Essas pessoas não irão partilhar algo que não entendem, ou o que os seus amigos podem não entender.
Reconsiderar os botão do Facebook. Esta pesquisa pode sugerir que o botão “recomendar” é subconscientemente mais atraente do que o botão “curtir”, mesmo que eles façam a mesma coisa.Recomendar é uma atividade social visando seus amigos, enquanto o “curtir” expressa nossas preferências pessoais.
Compartilhar em redes de direita. Quando você compartilha seu próprio conteúdo, escolha redes que fazem sentido. Se a sua história apela para hipsters, use o TwitterPara carreiristas não se esqueça de usar o LinkedInPara conectores de destino, use sua página do Facebook.
Lembre-se do e-mail. Ele ainda é o principal método de partilha, segundo a pesquisa. Apesar de muitas redes sociais florescerem, nenhuma superou a simplicidade e o alcance universal do e-mail. [viaPoynter]